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Resenha: A Casa das Orquídeas


Sinopse: Quando criança, a pianista Júlia Forrester passava seu tempo na estufa da propriedade de Wharton Park, onde flores exóticas cultivadas pelo seu avô nasciam e morriam com as estações. Agosa, recuperando-se de uma tragédia na família, ela busca mais uma vez o conforto de Wharton Park, recém-herdada por Kit Crawford, um homem carismático que também tem uma história triste. No entanto, quando um antigo diário é encontrado durante uma reforma, os dois procuram a avó de Júlia para descobrirem a verdade sobre o romance que destruiu o futuro de Wharton Park... E, assim, Júlia é levada de volta no tempo, para o mundo de Olivia e Harru Crawford, um jovem casal separado cruelmente pela Segunda Gerra Mundial, cujo frágil casamento estava destinado a afetar a felicidade de muitas gerações, inclusive da de Júlia. 

 A Casa das Orquídeas foi publicado em 2012, pela Novo Conceito e tem 560 páginas, ou seja, ele é bem grandinho. Eu comprei esse livro a um bom tempo atrás, comecei a ler ele, mas como é um livro grande, a leitura ficou massante e eu simplesmente coloquei ele de volta na estante e li outro livro. Então esses dias atrás, eu estava sem livros para ler e decidi recomeçar esse livro. Demorei uma semana para terminar a leitura, muitas vezes eu queria colocá-lo novamente na estante, mas persisti e continuei, até acabar. E posso dizer que valeu a pena, a história é bem interessante, não é daqueles livros que você sabe o que vai acontecer, a cada folha é uma surpresa nova e a Lucinda nos leva do passado ao presente durante o livro todo.
 A personagem Júlia nos ensina muito sobre a questão de ser forte e superar os acontecimentos trágicos da vida, ela é forte e cativante, eu simplesmente adorei ela, mas houve momentos em que eu queria gritar: "Júlia, sua boba, não faz isso, faça aquilo e etc." Mas é impossível não gostar da Júlia, a cada folha torcemos mais e mais por sua felicidade e nos emocionamos com a sua história.
 E o que falar do Kit? É um completo príncipe encantado, um verdadeiro cavalheiro, o que faz todas as leitoras, acredito eu, se apaixonarem perdidamente por ele, mas ele também tem sua bagagem de tristezas e dores, por mais triste que tenha sido sua vida, ele superou e assim ajudará Júlia a superar. E então, todos já podem deduzir que se iniciará um grande e profundo romance entre os dois, mas como a vida deles não é um mar de rosas, aparece obstáculos em meio a felicidade deles.
 Há também Alicia, a irmã que tem a vida perfeita, é organizada, tem uma bela família, é protetora e está sempre ao lado de Júlia, tentando ajudá-la a seguir em frente depois de tudo que passou. Muitas vezes Júlia é um tanto ruim com a irmã, pois ainda está em um momento difícil e sempre está deprimida, mas isso não faz Alicia desistir e ela continua ao lado da irmã, até que acontece algo que faz a bela Alicia desmoronar, então os papéis viram, e chega a hora de Júlia ajudar a irmã que tanto a ajudou.
 Enfim, o livro é repleto de histórias de amor trágicas, seja com a Júlia, com a mãe dela, a avó, ou quem seja, não é nenhuma história de amor cor-de-rosa, onde tudo é fácil e simples, há muitos segredos envolvidos em torno delas e nem todas tiveram um final feliz.
 Como é um livro bem grandinho, recomendo para pessoas que gostam dos "gordinhos" e que são persistente, pois a história é linda, mas não é o tipo de livro que nos prende desde o início.
 E claro que eu não ia deixar de comentar sobre a história que tem no começo, até o final do livro, eu não fazia ideia do motivo daquela história estar lá, ela não se encaixava, até que no fim do livro, Lucinda nos mostra o motivo de iniciar A Casa das Orquídeas com aquela bela história de amor.


"Qualquer que seja a maneira como a morte vem, 
a perda é inaceitável para quem fica."
- A Casa das Orquídeas.

Deixe um comentário:

  1. Minha mãe leu esse livro e ficou apaixonada por ele, ela gosta muito de romances... eu não curto muito esse tipo de livro.
    Gostei da sua resenha, muito boa. Ainda mais como primeira no blog! Meus parabéns.
    Essa última frase é bem verdade, e muito linda.
    Abraços,
    www.nossosmundos.com

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    1. Obrigada novamente Natálie *-*'
      Em relação a frase, ela foi a que mais me chamou a atenção no livro, pois é bem assim mesmo e ela é linda.

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  2. Eu amo ler , e com certeza irei ver esse livro , parece ser bastante interessante. Ah adorei o blog.
    http://jessicacoelhita.blogspot.com.br/

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    1. Dê uma olhada sim, talvez você goste dele, mas avisando novamente, ele é grande e não prende a atenção tão facilmente.
      Obrigada pelo comentário e pela visita, volte sempre kkkkk oo/

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  3. Que emoção ler uma resenha tão bem escrita do meu segundo livro favorito rs ♥ Amo esse livro de uma forma incondicional, e concordo com quase tudo o que você disse, menos com a parte do "mas não é o tipo de livro que nos prende desde o início", afinal eu me encantei pela história desde aquele conto do comecinho do livro, sobre a orquídea negra rsrs.
    Parabéns pelo o blog Larissa, te vejo no próximo post ;)

    Beijo,
    http://rosa-amarelo.blogspot.com.br/

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    1. Aaaah! Muito obrigada Joyce <3
      Então, eu sou uma pessoa fácil de se sentir presa a um livro, mas esse foi meio difícil viu, eu gostei muito do conto do começo, mas na minha primeira tentativa de leitura do livro, esse conto me deixou muuuito entediada. kkkk'
      Mas como eu disse valeu a pena persistir e ler, é um livro bonito.
      Beijos :*

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  4. Eu acho que fui das únicas pessoas que não achou esse livro maçante! hehehehe
    Em nenhum momento eu achei a escrita prolixa, ou cansei de ler! Engraçado como as impressões sobre um livro são muito pessoais né?

    Samara - Infinitos Livros

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